CTR Gestão Empresarial

Gestão Empresarial

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Governança Corporativa (G.C) – Utilize as boas práticas da gestão empresarial:

Este produto destina-se a fornecer orientação estratégica e estrutural à alta liderança empresarial, criando modelos customizados, adequados e profissionais de gestão empresarial e relacionamento societário. Praticar a governança corporativa é a melhor forma de agregar mais valor à sua sociedade. (mais)

Ainda pouco utilizada no Brasil, justamente por exigir significativas melhoras e mudanças no processo de administração de uma empresa, a governança corporativa fornece diretrizes extremamente importantes para que uma empresa possua uma forma profissional e eficiente de gerir a sociedade e as decisões, garantindo a sua longevidade.

De acordo com a terceira edição do Código Brasileiro das Melhores Práticas de G.C do IBGC (www.ibgc.org.br), governança corporativa é o sistema pelo qual as sociedades são dirigidas e monitoradas, envolvendo os relacionamentos entre Acionistas/Cotistas, Conselho de Administração, Diretoria, Auditoria Independente e Conselho Fiscal. As boas práticas de governança corporativa têm a finalidade de aumentar o valor da sociedade, facilitar seu acesso ao capital e contribuir para a sua perenidade.

O objetivo central do código é indicar caminhos para todos os tipos de sociedades – por ações de capital aberto ou fechado, limitadas ou civis – visando:

  • Aumentar o valor da sociedade.
  • Melhorar seu desempenho.
  • Facilitar seu acesso ao capital a custos mais baixos.
  • Contribuir para sua perenidade.

Os conceitos estão divididos em 6 áreas, conforme abaixo:

  • Propriedade (Sócios).
  • Conselho de Administração.
  • Gestão.
  • Auditoria independente.
  • Conselho Fiscal.
  • Conduta e Conflito de Interesses.

Nosso objetivo é guiar a sua empresa rumo às melhores práticas de gestão do negócio através da utilização dos conceitos de governança corporativa acima resumidos. Se gestão profissional é sinônimo de lucratividade e sucesso e está ao alcance, por que não fazer? Nós cuidamos disso pra você.

Gestão do desempenho organizacional – Tenha controle sobre os indicadores da sua empresa:

As empresas podem ser enxergadas por diferentes prismas e esta análise é importante para que os diferentes sistemas que existem dentro de uma organização funcionem adequadamente e sincronizadamente, tais como processos, hierarquias e partes interessadas.

Um sistema de medição do desempenho, com seus diversos e integrados indicadores, só tem razão de existir se ele servir para nortear as ações das pessoas e da organização, por meio de um sistema de metas, e para a análise do desempenho, por meio de uma sistemática de análise de resultados.

Para que uma análise de resultados tenha substância, o primeiro fator a ser considerado é que, além de se verificar o cumprimento de metas, o essencial é que se analise o comportamento dos resultados ao longo do tempo, para se identificar tendências favoráveis ou desfavoráveis. Afora isso, os resultados também devem ser avaliados frente a referenciais comparativos pertinentes, pois não é aconselhável que as organizações olhem somente para si próprias. Mais do que isso, a análise do desempenho exige, também, a análise das correlações existentes entre os diferentes indicadores, com a finalidade de se identificar relações de causa e efeito.

Se todas as empresas precisam de planejamento, naturalmente elas também precisam de controles, afinal, quem não controla não administra. Por isso acreditamos que o funcionamento de um sistema de medição de desempenho é algo que as organizações têm que saber fazer, de forma cada vez melhor. Entendemos que fazer a gestão do desempenho organizacional é essencial para a prosperidade empresarial. Controlar sem engessar, reduzir sem cortar o necessário, ampliar sem exceder. Receber os lucros merecidos pelos riscos assumidos. Paz e tranquilidade. (mais)

Processos internos – Organize a operação da sua empresa:

São vários os prismas pelos quais as quais as organizações podem ser vistas. Um deles é o prisma das organizações como processos. Classificar os processos organizacionais e suas características, desenhar os processos necessários e torna-los funcionais, ágeis e eficientes muitas vezes é mais fácil do que pode parecer, basta querer e trabalhar para isso de forma técnica e profissional. (mais)

Com processos aplicados e em funcionamento, pode-se então iniciar o planejamento da implantação da gestão do desempenho, utilizando-se de indicadores relacionados a processos, facilitando a gestão e a tomada de decisões.

A finalidade básica das atividades que caracterizam os processos é simples: criar valor para os clientes e para as outras partes interessadas e, para isso, é difícil escapar da máxima que os processos precisam ser eficientes e eficazes. Para saber se a sua empresa precisa ou não de uma revisão de todos os processos, basta perguntar-se: Nossos processos são funcionais e facilitadores da execução das tarefas, independente do ocupante do cargo? Geralmente a resposta é não. Por que continuar desta forma?

Estrutura e métodos de comunicação e aprendizado – Pare de cometer os mesmos erros:

As empresas costumam repetir os mesmos erros centenas de vezes ao longo do tempo e estes erros têm um alto custo. Acreditamos que o principal motivo que leva as empresas, equipes e pessoas a repetirem os erros está relacionado à falta de um método formal para realizar a utilização e harmonização do planejamento, da execução, da verificação (comparar o executado com o planejado) e especialmente, do aprendizado. A cada vez que se encerra uma atividade planejada, as pessoas, equipes e empresas deveriam possuir a capacidade de aprender com as experiências, gerindo o conhecimento que foi produzido através de ferramentas adequadas e específicas para este fim. São as empresas que aprendem. A sua empresa funciona desta forma? (mais)

A administração é uma ciência e como tal, não possui mágicas. Se uma empresa não adota um sistema/método que tem como objetivo torna-la uma organização que aprende certamente ela não pode ser classificada como tal.

Nós acreditamos no conhecimento e no poder do capital intelectual das pessoas que compõem a empresa e para isso propomos a adoção de um método simples e extremamente eficiente para a implantação e manutenção do planejamento, execução, verificação e geração de conhecimento/aprendizado dentro das empresas. Um ciclo formal de aprendizado chamado de P.E.D.L (Planning, Execution, Debriefing, Learning).

O ciclo de aprendizagem formal, nos moldes que sugeridos, tem origem esportiva. Ele tem como objetivo principal, criar um sistema formal e cíclico de aprendizado. Abaixo descrevemos, de forma resumida, as crenças e princípios de cada fase deste ciclo:

Planejamento (Planning):

O primeiro passo é fazer um bom plano. Diferentes organizações criam planos de maneiras diferentes. Acreditamos que nenhuma maneira se adapta para todos os grupos e/ou situações.

Sugerimos criar os planos por consenso, em reuniões programadas especificamente para esse fim. Inicia-se de forma aberta para evitar a limitação de opções ou o sufocamento de ideias. Coleta-se informações primeiramente dos membros mais silenciosos da equipe. Os membros mais falantes esperam e falam posteriormente. Uma vez que todas as sugestões foram dadas, iniciam-se os debates e analisam-se as diferentes ideias. Eventualmente, chega-se a um consenso em que todos podem concordar. Desta forma, todos os responsáveis pela execução do plano tiveram participação em sua criação e desenho. Toda a equipe está envolvida e informada e com isso, ninguém se sente excluído ou ignorado. Todos possuem a propriedade sobre o plano. Neste momento nasce o compromisso.

Execução (Execution):

Depois de chegar a um acordo sobre um plano, transita-se para a execução de forma consensual e consciente. Isto requer uma mudança deliberada de engrenagens para toda a equipe. Nesta fase, já não deve haver o hábito de formular, discutir ou considerar planos alternativos. Não questiona-se analisar ou interrogar o plano se os cenários se mantém inalterados. Simplesmente executa-se conforme o combinado. Parece simples, mas a maioria das equipes e grupos de trabalho possuem grande falta de disciplina para fazer isso.

Simplesmente executar o plano é a permissão para uma chance completa e justa de sucesso. Cada membro da equipe dá 100% de seu esforço para o sucesso do plano. Ninguém subverte o plano, consciente ou inconscientemente, minando-o. Acredita-se que após ter executado o plano desta forma, você realmente sabe onde está. Se, por outro lado, os membros da equipe fazem escolhas e execuções diferentes ao planejado por diferentes motivos, quando chega-se ao final da tarefa, nunca realmente sabe-se quais as lições que devem ser tiradas da experiência. Nós temos a crença de que quando você deixa de executar o planejamento de forma pura e completa, você está roubando de si mesmo e do próprio grupo de planejamento/execução, a oportunidade de aprender.

Separar a execução do planejamento e da verificação é uma habilidade que escapa à maioria das organizações, equipes e grupos de trabalho. Manter a execução pura exige uma grande dose de confiança - a confiança no sistema, a confiança em seus companheiros de equipe e a confiança na disciplina coletiva do grupo. Por definição interna, quando um grupo aceita um plano consensual, cada membro da equipe se contenta com algo diferente do que havia pensado, individualmente, que era melhor. A natureza humana nos tenta a ter uma forma diferente de executar o plano consensual tão logo algo errado ou não previsto aconteça. Disciplina e confiança nos guiam nestes momentos difíceis.

Uma vez visto o planejamento funcionando ao longo do tempo, a confiança vem um pouco mais fácil. Até esse momento, nós pedimos para a equipe confiar nas experiências do passado e ter um pouco de fé no axioma de que muitas cabeças pensam melhor que uma, principalmente quando possuem objetivos em comum e é isso que os classifica como time.

Verificação (Debriefing):

A equipe deve realizar o agendamento para uma verificação formal de cada fase do ciclo. Quando cada membro do time sabe que uma verificação minuciosa será realizada após a conclusão da fase de execução, isso lhes permite colocar de lado quaisquer críticas ou ideias novas que possam aparecer em suas cabeças durante a execução. Os membros da equipe se sentem mais confortáveis sabendo que terão o momento e o local adequado para expor suas ideias e indagações, sabendo desta forma que nada do que pensaram, sentiram ou perceberam será deixado de lado. O estilo da verificação varia de acordo com o assunto. Como você faz a verificação não deve ser tão importante quanto o que você faz na verificação.

Muitas organizações que investem tempo considerável na criação de planos e que em seguida procuram cumprir fielmente a execução falham brutalmente na verificação. Mais de uma vez ouvimos de profissionais altamente qualificados, motivados e bem-intencionados que, no mundo real, simplesmente não há tempo para "sentar e conversar sobre o trabalho que acabou de terminar". Em vez disso, eles têm novos doentes para ver, um novo código para escrever ou novos projetos para realizar. Respeitamos esta visão e acreditamos que ela pode funcionar. Muitas destas organizações estão congeladas no tempo e possivelmente irão repetir os mesmos erros de novo e de novo. Ignorando a verificação pós-realização você pode iniciar a próxima tarefa mais cedo, mas ao fazê-lo entendemos que se perde a oportunidade de aprender com seus desempenhos anteriores.

Aprendizagem (Learning):

Se verificar é se perguntar o que aconteceu, a aprendizagem envolve perguntar o motivo (por que?). Existe um componente de grupo e um componente individual para esta fase. Muitas vezes, após uma verificação, concorda-se em gastar algum tempo pensando sobre a nova informação antes de nos encontrarmos novamente para fazer novos planos. Alguns dos aprendizados mais importantes veem durante estes momentos de reflexão.

Cada um de nós aprende de maneira diferente, desta forma, o importante é que nós nos perguntemos o motivo pelo qual determinado item aconteceu, ou não. Por que fiz determinada tarefa? Por que não?

Quando perguntamos o porquê, tanto individualmente quanto coletivamente, temos a oportunidade de entender os motivos que nos levaram aos erros (e eles sempre acontecem), aprendendo com eles, dividindo este conhecimento com o time e lembrando-se deles na próxima vez, realizando um planejamento mais preciso e uma execução com menores chances de erros.

Nós acreditamos que, quantas vezes mais o ciclo for repetido, mais refinado e adaptado às individualidades e dinâmicas do grupo ele será, fornecendo resultados cada vez melhores, gerando uma grande e valiosa base de conhecimento. Este conhecimento deve ser armazenado e colocado à disposição da empresa.

Como é feito o processo de planejamento individual e coletivo da sua empresa? Como a sua empresa cuida da gestão do conhecimento intelectual criado pelas pessoas, mas que pertence à instituição?